quarta-feira, agosto 29, 2012

Escuta-me, Deus!





Prece encontrada no bolso de um soldado americano, morto em combate. Extraída da revista Boa Vontade n° 26.






Escuta-me, Deus! Jamais falei contigo... Hoje quero saudar-Te: como vais?
Tu sabes... Disseram-me que não existias...
E eu, tolo, acreditei que era verdade...
Eu nunca havia olhado Tua grande obra...
Eu, ontem à noite, da cratera aberta por uma granada, vi Teu Céu estrelado e compreendi que havia sido enganado...
Eu não sei se Tu, Deus, apertarás a minha mão, mas vou explicar-Te, e me compreenderás.
É bem curioso: neste horrível inferno, encontrei a luz para olhar Tua face...
Depois disso, não tenho muito a dizer-Te, a não ser que me alegro de Te haver conhecido.
Depois da meia-noite haverá ofensiva, mas não a temo, pois sei que Tu vigias.
O sinal! Bem, meu Deus, já tenho de ir-me...
Apeguei-me a Ti... Queria dizer-Te, ainda, que, como sabes, haverá luta cruenta, e talvez esta noite baterei à Tua porta...
Embora não tivéssemos sido amigos, sei que permitirás que eu entre, se a Ti chegar.
Mas.... estou chorando... Bem vês, me Deus, que já não sou tão ímpio...
Bom Deus! preciso ir-me... Boa sorte!

É estranho... Mas agora já não temo a morte!

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segunda-feira, agosto 27, 2012

domingo, agosto 26, 2012

Os infortúnios ocultos

Nas grandes calamidades, a caridade se manifesta, e veem-se generosos impulsos para reparar os desastres; mas, ao lado desses desastres gerais, há milhares de desastres particulares que passam despercebidos, de pessoas que jazem sobre um catre sem se lamentarem. São a esses infortúnios discretos e ocultos que a verdadeira generosidade sabe ir descobrir, sem esperar que eles venham pedir assistência.


Quem é aquela mulher de ar distinto, vestida de maneira simples mas cuidada, seguida de uma jovem vestida também modestamente? Entra numa casa de sórdida aparência, onde é conhecida, sem dúvida, porque, à porta, saúdam com respeito. [...] lá mora uma mãe de família cercada de filhos pequenos; à sua chegada, a alegria brilha nesses semblantes emagrecidos; é que ela vem acalmar todas essa dores; traz o necessário, temperado com doces e consoladoras palavras, que fazem aceitar o benefício sem corar, porque esses infortunados não são mendigos profissionais; o pai está no hospital e, durante esse tempo, a mãe não pode bastar as necessidades.
[...]
Qual seu nome? onde mora? Ninguém o sabe; para os infelizes, é um nome que não revela nada; mas é o anjo de consolação; e à noite, uma sinfonia de bênção se eleva para ela até o Criador: católicos, judeus, protestantes, todos a bendizem.
[...]
Um dia porém, uma circunstância imprevista conduziu até ela uma das suas protegidas, que lhe produzia obras; esta a reconheceu e quis abençoas a sua benfeitora: "Silêncio! disse-lhe; não o digas a ninguém". Assim falava Jesus.

Extraído do OESE.
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sábado, agosto 18, 2012

Passeio Fraterno

Na manhã desse sábado, levamos nossas crianças para um passeio no barreiro, localizado aqui na cidade (Araxá-MG). O objetivo desse passeio foi trabalhar a integração e companheirismo do grupo, com atividades e brincadeiras educativas e de moral. 

Tia Aline coordenou as brincadeiras e as crianças, assim como Tia Cida, Tia Nilza Helena, Tia Silvia, Tia Zizi, Tio Kleber e Tio Chiquinho. Nos divertimos muito. Veja as fotos dessa atividade:


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